GENESIS VAULTCHECKPostgreSQL Isolation Audit
Auditoria Forense Zero-Data • Leitura Estrita de Metadados

A verificação que prova, com evidência matemática, se o isolamento de dados do seu banco é real.

Validação algorítmica de Row-Level Security (RLS) para SaaS B2B, ERPs e Fintechs em PostgreSQL. Comprove que os dados de clientes diferentes estão 100% segregados na infraestrutura.

✓ Sem cadastro prévio✓ Diagnóstico em 3s✓ Prova Criptográfica SHA-256✓ Em Conformidade com LGPD

Zero Leitura de Dados Privados

Inspeciona apenas o catálogo estrutural (pg_catalog) e regras de RLS. Nenhum dado do cliente é lido ou armazenado.

Algoritmo Imparcial vs Pentest Manual

Elimina a falha humana e substitui checklists lentos por validação matemática instantânea.

Certificação Imutável (SHA-256)

Hash criptográfico emitido em segundos para blindagem contra multas e comprovação perante auditorias de conformidade.

Por que isso importa de verdade

“RLS ativado” não é o mesmo que banco seguro

Row-Level Security (RLS) é a camada que garante que a conexão de um cliente só enxerga as linhas dele mesmo — o coração do isolamento em qualquer SaaS multi-tenant. Mas ligar RLS numa tabela é só o primeiro passo. Os quatro cenários abaixo são as formas mais comuns de um banco parecer protegido e não estar.

Dono da tabela ignora a política

Ativar RLS com ENABLE ROW LEVEL SECURITY não alcança o dono da tabela por padrão — ele continua vendo tudo, a menos que FORCE ROW LEVEL SECURITY também esteja ligado nessa mesma tabela. É a causa mais comum de “RLS ativo, mas os dados ainda vazam” que encontramos em auditorias reais.

Credencial de serviço ignora RLS de propósito

Chaves administrativas (como a service_role do Supabase, ou qualquer role com o atributo BYPASSRLS) foram desenhadas para pular todas as políticas — é assim que rotinas de backend funcionam. O problema é quando essa chave aparece onde não devia: no código do front-end, num log, num repositório público ou numa automação de terceiros. Nesse momento, todo o isolamento entre clientes deixa de existir, mesmo com RLS perfeitamente configurado em cada tabela.

Bots e automações usam privilégio de mais

É comum uma automação (n8n, Zapier, Make, um script interno, um agente de IA) se conectar ao banco usando a credencial mais privilegiada disponível — “porque é mais simples de configurar”. Isso cria um ponto cego: um bug na automação, uma URL mal montada ou uma instrução manipulada (no caso de agentes de IA) pode ler ou alterar dados de qualquer cliente, mesmo que o painel do produto, sozinho, respeite o isolamento perfeitamente.

Nem toda conexão deveria ter o mesmo poder

Uma boa arquitetura separa claramente os papéis: conexões anon/authenticated (baixo privilégio, sujeitas a RLS) para o que o cliente final usa, e credenciais administrativas isoladas — usadas só onde é estritamente necessário, nunca reaproveitadas em integrações externas ou automações que não precisam desse nível de acesso.

O que o Genesis VaultCheck audita: além de confirmar que RLS está habilitado tabela por tabela, verificamos se FORCE ROW LEVEL SECURITY está aplicado e se existem concessões diretas (GRANT) para papéis de baixo privilégio (como anon) que contornam a intenção das suas políticas — o mesmo tipo de brecha que uma automação malconfigurada ou uma chave vazada exploraria.

S91 vs. Alternativas

Por que o S91 é diferente?

Comparamos a abordagem forense algorítmica com as alternativas tradicionais do mercado.

Recomendado
Nossa abordagem

Auditoria Algorítmica S91

  • Inspeciona pg_catalog e information_schema diretamente
  • Verifica RLS habilitado em cada tabela com tenant_id
  • Detecta tabelas sem política USING automaticamente
  • Gera prova criptográfica SHA-256 imutável
  • Resultado em segundos, sem intervenção humana
  • Zero leitura de dados de negócio dos seus clientes
Superficial
Abordagem tradicional

Checklist Manual

  • Baseado em perguntas e respostas subjetivas
  • Não verifica o banco diretamente
  • Leva dias ou semanas para completar
  • Sem evidência técnica gerada
  • Depende da honestidade do respondente
  • Não detecta configurações incorretas automaticamente
Caro e lento
Abordagem ofensiva genérica

Pentest Tradicional

  • Foco em vulnerabilidades de rede e aplicação
  • Raramente verifica RLS no nível de metadados
  • Custo elevado (R$ 10k–50k por ciclo)
  • Necessita acesso amplo ao sistema
  • Resultado em semanas ou meses
  • Sem foco específico em multi-tenancy PostgreSQL